Laser Lavieen para Melasma e Manchas

Laser Lavieen para melasma e manchas

Revisão científica: Dr. Claudio Wulkan — CRM-SP 90.579 · Dermatologista RQE 39944. Conheça o médico também na Clínica Wulkan.
Conteúdo revisado por médico especialista.
Atualizado em 2026-08-22.

Quem conduz o laser Lavieen para melasma na Injectors é o Dr. Claudio Wulkan — dermatologista formado pela UNIFESP em 1997, CRM-SP 90.579, RQE 39.944, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, com cerca de trinta anos dedicados à dermatologia e mais de vinte tecnologias dominadas em consultório. Ele não apenas aplica o laser de túlio: ensina outros médicos a aplicá-lo, em cursos e congressos no Brasil e no exterior. É essa experiência acumulada que faz do ambulatório especializado em laser Lavieen para melasma o lugar certo para fazer o procedimento com segurança, em ambiente médico e com indicação honesta.

Quer um plano de laser Lavieen para melasma desenhado com parâmetros seguros para a sua pele? Fale agora com a nossa equipe. A avaliação inicial pode ser feita online, sem custo, e não deixe de perguntar pelas campanhas e oportunidades da clínica.

FALAR AGORA SOBRE LASER LAVIEEN PARA MELASMA

O laser Lavieen para melasma e manchas usa um laser de fibra de túlio de 1927 nm para clarear o excesso de pigmento da pele de forma não ablativa, com baixo risco do temido “efeito rebote”. Nesta página, o dermatologista explica como o Lavieen atua no melasma, o que a ciência mostra e por que esse é um tratamento que exige avaliação e protocolo médicos.

Como o laser de túlio 1927 nm age no pigmento superficial — e o que isso significa no melasma — Dr. Claudio Wulkan, canal @drclaudiowulkan.
laser Lavieen para melasma em São Paulo
Aplicação do laser Lavieen (túlio 1927 nm) no tratamento de melasma e manchas.

O que é o melasma e por que é difícil de tratar

O melasma é uma alteração de pigmento que forma manchas acastanhadas, geralmente no rosto, mais comum em mulheres e influenciada por sol, hormônios e predisposição. Ele é difícil de tratar porque é uma condição crônica e recorrente: procedimentos agressivos demais podem inflamar a pele e, paradoxalmente, piorar a mancha — é o chamado efeito rebote. Por isso o objetivo do tratamento é controlar e clarear com segurança, não “eliminar de vez”.

Como o laser Lavieen trata o melasma

O laser Lavieen trata o melasma entregando energia de 1927 nm de forma fracionada e não ablativa nas camadas superficiais, onde está boa parte do pigmento. Como não remove a superfície inteira da pele e trabalha em microcolunas, tende a provocar menos inflamação do que lasers mais agressivos — o que é justamente o que se busca no melasma. O tratamento costuma ser feito em algumas sessões espaçadas e é frequentemente combinado com fotoproteção rigorosa e cuidados tópicos, definidos pelo médico. Ainda assim, a resposta varia de pessoa para pessoa.

Artigos científicos recentes sobre laser Lavieen para melasma

A tecnologia por trás do Lavieen — o laser de túlio 1927 nm — tem estudos favoráveis no melasma. Um estudo retrospectivo com 100 pacientes (Journal of Cosmetic Laser Therapy, Kurmuş et al., 2019) observou redução progressiva do escore MASI, que mede a gravidade do melasma, após duas sessões, sem efeitos colaterais relevantes relatados. Um estudo piloto (Journal of Cosmetic Dermatology, Wang et al., 2021) combinou o laser 1927 nm com ácido tranexâmico tópico e também observou melhora nos escores de gravidade e de qualidade de vida — mas, com apenas 10 pacientes, ainda precisa de confirmação.

Em peles mais escuras, historicamente mais propensas ao rebote, um estudo piloto (Dermatology Research and Practice, Alharbi, 2021) tratou hiperpigmentação pós-inflamatória e relatou boa resposta na maioria dos casos, sem piora da mancha. São amostras pequenas ou moderadas, sem grupo controle em todos os casos — a evidência é promissora, mas não garante resultado individual, e o protocolo é sempre médico.

Referências científicas
  1. Kurmuş GI, et al. Efficacy and safety of 1927 nm fractional thulium fiber laser for the treatment of melasma: a retrospective study of 100 patients. J Cosmet Laser Ther. 2019;21(7-8):408-411. PubMed
  2. Wang JV, et al. Laser-assisted delivery of tranexamic acid for melasma: pilot with a 1927 nm fractional thulium fiber laser. J Cosmet Dermatol. 2021;20(1):105-109. PubMed
  3. Alharbi MA. 1927 nm Thulium Laser for Post-Inflammatory Hyperpigmentation in Skin of Color. Dermatol Res Pract. 2021. PMC8016558
tratamento de manchas com laser Lavieen
Tratamento de manchas e melasma com o laser Lavieen.

Como é a sessão e os cuidados

A sessão de Lavieen para melasma é feita em consultório e costuma ser rápida. Depois, é comum uma vermelhidão leve e sensação de calor que melhoram em pouco tempo. No melasma, o cuidado mais importante é a fotoproteção rigorosa (protetor solar e proteção física), porque o sol é o principal gatilho de recidiva. O número de sessões e o intervalo entre elas são definidos na avaliação, conforme o tipo de pele e a resposta. Como o melasma é recorrente, a manutenção costuma fazer parte do plano.

Por que fazer com dermatologista

No melasma, escolher o profissional certo é parte do tratamento. Por ser uma condição sensível, um protocolo mal ajustado pode inflamar e piorar a mancha — por isso o laser Lavieen para melasma deve ser indicado e aplicado por médico dermatologista, após avaliação individual. Para entender melhor a tecnologia, veja também a página-mãe sobre o laser Lavieen: o que é e para que serve.

Se além da mancha a sua queixa envolve textura e poros dilatados, a abordagem muda de ênfase — vale conhecer o Lavieen para poros e rejuvenescimento.

Quanto custa o laser Lavieen para melasma

Em São Paulo, a sessão de laser Lavieen para melasma varia entre R$ 300 e R$ 500 nas aplicações mais superficiais — as de clínica de rua e de quiosque de shopping — e alcança R$ 1.200 nas clínicas de primeira linha. Na Injectors, a sessão situa-se entre R$ 500 e R$ 1.000, conforme a época, as campanhas em vigor e o desenho do protocolo. O valor exato depende da avaliação médica.

A amplitude não é acidental: duas aplicações de Lavieen não são a mesma coisa. Elas dependem da experiência de quem aplica e dos parâmetros escolhidos — fluência, densidade, número de passadas, leitura do fototipo. Nem toda aplicação é idêntica só porque o laser tem o mesmo nome em lugares diferentes. Os detalhes estão na página sobre preço do laser Lavieen e número de sessões.

No melasma, o acompanhamento entre as sessões pesa mais do que em qualquer outra indicação — a página sobre a aplicação do Lavieen em São Paulo detalha o efeito rebote e as contraindicações.

O protocolo ciclado: por que o Lavieen raramente anda sozinho

Há um ponto que precisa ficar claro para quem trata melasma: na Clínica, o laser Lavieen para melasma nunca é a estratégia inteira. O melasma é multifatorial, e nenhum aparelho isolado dá conta de todas as frentes.

A clínica mantém mais de duas máquinas em operação simultânea, e é essa disponibilidade que permite desenhar o tratamento como ele deve ser desenhado: o Lavieen associado a outros lasers, num plano que alterna tecnologias ao longo das sessões em vez de repetir sempre o mesmo estímulo sobre a mesma pele.

A analogia que melhor traduz esse desenho é a de uma academia de crossfit. Ninguém evolui repetindo o mesmo exercício indefinidamente — o ganho vem da variação inteligente da carga e do tipo de estímulo. Com a pele acontece o mesmo: o protocolo cicla entre aparelhos diferentes, cada um atuando numa profundidade e por um mecanismo distinto, e essa ciclagem entre máquinas é o que traz resultados maravilhosos — muito acima do que qualquer aparelho isolado entrega.

Na prática, isso significa empilhar tecnologia com critério e, quando o caso permite, no mesmo dia: o Lavieen somado a peeling, a microagulhamento e às demais plataformas da casa — Ultraformer MPT e HIPRO no ultrassom microfocado, Etherea MX e laser de CO2 no fracionado, Volnewmer, Thermage e Oligio X na radiofrequência, Secret e Morpheus8 na radiofrequência microagulhada, Soprano Titanium e Platinum na depilação. É esse arsenal, e o critério médico para combiná-lo, que separa um tratamento pensado de uma sessão avulsa de laser Lavieen para melasma.

Quem conduz o laser Lavieen para melasma na Injectors é o Dr. Claudio Wulkan — dermatologista formado pela UNIFESP em 1997, CRM-SP 90.579, RQE 39.944, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, com cerca de trinta anos dedicados à dermatologia e mais de vinte tecnologias dominadas em consultório. Ele não apenas aplica o laser de túlio: ensina outros médicos a aplicá-lo, em cursos e congressos no Brasil e no exterior. É essa experiência acumulada que faz do ambulatório especializado em laser Lavieen para melasma o lugar certo para fazer o procedimento com segurança, em ambiente médico e com indicação honesta.

No melasma, a diferença está no critério de quem conduz. Chame agora a nossa equipe, agende a sua avaliação de laser Lavieen para melasma e conheça as campanhas e oportunidades da clínica.

AGENDAR AVALIAÇÃO DE LASER LAVIEEN PARA MELASMA

Atendimento em São Paulo e Osasco

Avaliação com a nossa equipe — atendimento exclusivo para Harmonização Facial, BTX, injetáveis e preenchimentos.

WhatsApp: +55 11 96770-2768

Unidade São Paulo – Jardim Paulista: Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 1674 — CEP 01403-002. Seg. a sex. 8h30–19h · sáb. 9h–13h.

Unidade Osasco – Centro: Rua Avelino Lopes, 100 — CEP 06090-030. Seg. a sex. 8h–18h · sáb. 9h–13h.

A avaliação é individual e realizada por médico. Este conteúdo é informativo e não substitui consulta.

Para clínicas e profissionais: quem busca informações sobre a locação do equipamento pode consultar o conteúdo especializado da Just Laser sobre a locação do laser Lavieen para protocolos de melasma.

Perguntas frequentes: Laser Lavieen para Melasma

O laser Lavieen é bom para melasma?

O laser Lavieen é bastante usado no melasma porque atua sobre o pigmento das camadas superficiais de forma não ablativa, com baixo risco de rebote quando corretamente indicado e parametrizado.

O comprimento de onda de 1927 nm é absorvido pela água da pele e concentra o calor na superfície, sem atingir planos profundos. Nessa condição específica isso é uma vantagem: o melasma piora com calor excessivo, e um aparelho que trabalha raso oferece margem de segurança maior.

Como o melasma é uma condição sensível, o protocolo precisa ser definido por dermatologista, caso a caso.

O Lavieen tira o melasma de vez?

Não. O melasma é uma condição crônica e recorrente, e nenhum laser o elimina em definitivo — quem promete isso está prometendo o que não pode entregar.

O objetivo do tratamento é controlar e clarear a mancha com segurança, e sustentar esse controle com manutenção ao longo do tempo, fotoproteção rigorosa e cuidado domiciliar.

A resposta varia de pessoa para pessoa e nenhum resultado é garantido.

Quantas sessões de Lavieen para melasma são necessárias?

Varia conforme o tipo de pele e a resposta individual, normalmente algumas sessões espaçadas por semanas, seguidas de manutenção.

No melasma, o espaçamento é ainda mais importante do que em outras indicações: acumular energia sobre uma pele já reativa é o caminho mais curto para o rebote. Preferimos avançar devagar e observar a resposta entre as sessões.

A quantidade é definida na avaliação médica e revista ao longo do plano.

O laser Lavieen para melasma dói?

A maioria das pessoas relata apenas calor e desconforto leve durante a aplicação.

Em seguida costuma haver vermelhidão temporária, que melhora em pouco tempo. No melasma trabalhamos com parâmetros conservadores, o que tende a tornar a sessão ainda mais confortável do que em outras indicações.

A sensação varia conforme a sensibilidade individual e a área tratada.

O tratamento do melasma usa só o Lavieen?

Quase nunca. O melasma é multifatorial — envolve hormônio, sol, calor, genética e barreira cutânea — e responde melhor a uma abordagem em várias frentes do que a um aparelho isolado.

A Clínica mantém mais de duas máquinas e desenha protocolos que ciclam entre elas, associando o Lavieen a outros lasers, a peeling e a microagulhamento, empilhados no mesmo dia quando o quadro permite. O raciocínio é o de uma academia de crossfit: variar o estímulo com critério, em vez de insistir sempre no mesmo.

Somam-se a isso o tratamento domiciliar e a fotoproteção, sem os quais nenhum laser sustenta o resultado no melasma.