Subcisão de nádegas: como funciona, técnicas e por que fazer com médico

A subcisão de nádegas é um procedimento médico que solta, com uma agulha ou cânula específica, as traves de tecido (os septos fibrosos) que “puxam” a pele para dentro e formam as covinhas e depressões do glúteo. Feita por um especialista, quase sempre é combinada — na mesma sessão — com preenchimento ou bioestimulador e, para finalizar, microagulhamento robótico, elevando a área e melhorando a qualidade da pele. É a avaliação individual que define técnica, produtos e número de sessões.

Revisão científica: Dr. Claudio Wulkan — CRM-SP 90.579 · Dermatologista RQE 39944. Conheça o médico também na Clínica Wulkan.
Conteúdo revisado por médico especialista.
Atualizado em 2026-07-13.

Assista: o que é a subcisão e como funciona

A subcisão é a técnica que solta as traves fibrosas que “puxam” a pele e formam as covinhas da celulite no glúteo. Neste vídeo do canal do Dr. Cláudio Wulkan, ele explica como o procedimento funciona, para quem é indicado e por que exige equipamento e mãos experientes.

O conteúdo é educativo. Nas nádegas, cada caso é avaliado individualmente: o resultado depende do grau da celulite, da técnica associada e do profissional que executa — sempre em ambiente médico adequado.

O que é a subcisão de nádegas

A subcisão de nádegas é a secção, por baixo da pele, das bandas fibrosas (septos) que prendem a pele às camadas profundas e criam as covinhas e ondulações do glúteo. Com uma agulha específica ou uma cânula, o médico solta essas traves; ao liberá-las, a superfície volta a acomodar-se de forma mais uniforme. É importante entender o que a subcisão trata: a depressão causada pela trave — não a “gordura” nem o volume em si. Por isso ela costuma andar junto do preenchimento de glúteo com ácido hialurônico.

Quando o objetivo inclui firmeza e qualidade da pele, a subcisão entra combinada ao bioestimulador de colágeno no glúteo, que estimula a produção de colágeno próprio.

Técnicas de subcisão (e por que variam tanto)

Existem muitas técnicas de subcisão — variam a agulha e a anestesia usadas, a profundidade, o movimento e o quanto de tecido se solta. Essa variedade não é detalhe: uma técnica mal indicada ou agressiva pode até piorar a flacidez da região, em vez de melhorar. É por isso que procurar um centro que realmente domina o procedimento faz toda a diferença.

Boa parte do embasamento moderno da subcisão para celulite vem dos trabalhos da Dra. Doris Hexsel, dermatologista brasileira do Rio Grande do Sul e uma das maiores especialistas do mundo no tratamento da celulite — foram os estudos dela que serviram de base, inclusive, para aparelhos de subcisão guiada como o Cellfina (uma ideia interessante, mas que não chegou a ser um grande sucesso mundo afora). O Dr. Claudio Wulkan conhece a Dra. Hexsel há bastante tempo e participou de diversos cursos e treinamentos com ela — o que se traduz, na prática, em técnica atualizada e escolhas conservadoras onde é preciso.

O combo: subcisão, preenchimento/bioestimulador e microagulhamento

Aproveitando que o paciente já está anestesiado, a subcisão costuma ser o primeiro passo de um protocolo combinado que trata a covinha, o contorno e a superfície da pele de uma vez. A sequência que costuma dar o melhor resultado é:

  1. Subcisão — solta as traves fibrosas que formam as covinhas.
  2. Preenchimento ou bioestimulador — eleva a depressão e estimula colágeno; há vários tipos de hidroxiapatita de cálcio e de ácido poli-L-lático, e várias marcas de ácido hialurônico que podem ser usadas, escolhidas conforme o caso.
  3. Microagulhamento robótico por cima, para finalizar — muitas clínicas somam, na mesma sessão, radiofrequência agulhada ou microagulhamento robótico para melhorar a flacidez superficial e a qualidade da pele. Encarece o procedimento, mas agrega um resultado importante.

Não é obrigatório fazer tudo — o plano é individual. Mas combinar liberação da trave, estímulo de colágeno e tratamento de superfície costuma entregar uma melhora bem mais completa das covinhas e da textura do que a subcisão isolada.

Quer saber se a subcisão de nádegas (e o combo completo) é indicada para o seu caso? Chame agora e agende sua avaliação.


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Como a Injectors trabalha a subcisão de nádegas

A harmonização corporal faz parte da rotina da Injectors há anos, com atendimento conduzido pela nossa equipe e revisão técnica do Dr. Claudio Wulkan — dermatologista (CRM-SP 90.579, RQE 39944) —, nas unidades de São Paulo (Jardim Paulista) e Osasco. A subcisão é feita em ambiente clínico, bem anestesiada e com material específico, e costuma ser integrada ao combo de preenchimento/bioestimulador e microagulhamento robótico — que também realizamos aqui.

Usamos apenas produtos absorvíveis registrados na ANVISA — ácido hialurônico, hidroxiapatita de cálcio e ácido poli-L-lático — e nunca PMMA, que não recomendamos pelo risco de complicações graves e por vezes irreversíveis. A escolha do produto e da técnica sai da avaliação, com expectativa alinhada antes de começar.

Riscos e por que fazer com médico

A subcisão trabalha às cegas sob a pele, perto de vasos e nervos, e em uma área muito vascularizada. Hematomas fazem parte do processo, mas as complicações sérias aparecem com técnica ruim e fora do ambiente médico: temos recebido, de vários centros do Brasil, relatos de centros não médicos causando necrose, hematomas extensos e complicações mais graves em pacientes. Some-se a isso o risco da anestesia em grandes áreas, que é ato médico.

Por isso a escolha do lugar importa tanto quanto a do procedimento. Um especialista sabe a técnica certa (algumas podem piorar a flacidez), conhece a anatomia de perigo e conduz uma intercorrência. Vale a leitura honesta dos riscos do preenchimento de glúteo.

Na Clínica Wulkan, o Dr. Wulkan aprofunda a técnica e a segurança da subcisão no conteúdo sobre especialista em subcisão para celulite.

O que a ciência recente acrescenta sobre subcisão e bioestimulador no glúteo

A literatura apoia a lógica do combo. A subcisão libera a trave que forma a covinha, e o bioestimulador entra para melhorar firmeza e textura — e é justamente aí que a flacidez, um dos pontos de atenção da subcisão, é endereçada. Um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado (desenho de corpo dividido), publicado em 2023 na Dermatologic Surgery, avaliou o ácido poli-L-lático (PLLA) nas nádegas e coxas de 20 mulheres com celulite e flacidez leve a moderada.

Os autores observaram, no glúteo, redução da profundidade das depressões, melhora do aspecto da pele e do grau de flacidez, além de melhora geral da celulite — sem efeitos colaterais significativos. É um estudo pequeno e observacional na medida certa: útil para embasar o papel do bioestimulador no protocolo, mas que não transforma nada em garantia de resultado. Para uma visão mais ampla do corpo, veja a harmonização corporal.

Antes de decidir sobre a subcisão, converse com quem faz o procedimento com segurança — chame agora e agende sua avaliação online gratuita.


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Atendimento em São Paulo e Osasco

Temos ambulatório especializado em subcisão de nádegas e harmonização glútea — agende sua avaliação com a nossa equipe, com opção de avaliação online e gratuita.

WhatsApp: +55 11 96770-2768

Unidade São Paulo – Jardim Paulista: Seg. a sex. 8h30–19h.

Unidade Osasco – Centro: Seg. a sex. 8h–18h · sáb. 9h–13h.

A avaliação é individual e realizada por médico. Este conteúdo é informativo e não substitui consulta. Não há garantia de resultado.

Perguntas frequentes (FAQ)

A subcisão de nádegas pode piorar a flacidez?

Pode, se a técnica for mal indicada ou agressiva demais — por isso as técnicas de subcisão variam tanto e a escolha certa importa. Feita por um especialista e, quando indicado, combinada a bioestimulador e microagulhamento robótico, o objetivo é justamente o contrário: melhorar a covinha sem prejudicar a firmeza.

Subcisão sozinha ou combinada com preenchimento e bioestimulador?

Na maioria dos casos, combinada. A subcisão solta a trave que forma a covinha; o preenchimento ou bioestimulador eleva a depressão e estimula colágeno; e o microagulhamento robótico, por cima, melhora a superfície. A combinação costuma dar um resultado mais completo do que a subcisão isolada, e é definida na avaliação.

A subcisão de nádegas dói? Como é a recuperação?

O procedimento é feito com boa anestesia, então o desconforto durante é pequeno. Depois, é comum sentir a área dolorida e ver hematomas por alguns dias, que se resolvem sozinhos. Os cuidados pós-procedimento são combinados na consulta e fazem parte do resultado.

Por que a subcisão de nádegas deve ser feita por médico?

Porque envolve manobra sob a pele, perto de vasos e nervos, o manejo de sangramento e a anestesia de uma área extensa. Fora do ambiente médico, há relatos de necrose, hematomas graves e outras complicações. Um especialista reduz riscos, escolhe a técnica certa e conduz intercorrências — e nenhum resultado é garantido.

Referências científicas